quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Portugal na Vertical... Acerca da mente

"Mind plays tricks on you"
O momento mais difícil foi sair de Viana. A partir daí, a cada pedalada, estava mais perto de Sagres. Se é verdade que isto é uma evidência, foi este o meu maior "salto" mental para encarar o trajecto.
Este pensamento treina-se. Representou uma grande alteração na minha forma de andar de bicicleta. A dificuldade está em interiorizá-lo.
Na maior parte das vezes pensamos que as maiores dificuldades aparecem mais tarde, quando já estamos cansados, mas na realidade nesse momento já estamos mais perto do objectivo. O cansaço tende a limitar este pensamento positivo.
1. Ao longo do trajecto importei os truques mentais habituais de quem faz longas distâncias:
* Relativizar a distância e o tempo que vamos demorar a percorrê-la
* Centrar a atenção no momento actual
* Controlar a FC e a cadência para os valores definidos no treino
* Não achar que podemos ser mais rápidos do que alguma vez fomos
* Não lutar contra elementos adversos que não conseguimos controlar (vento, calor, subidas, etc.)
* Manter o controlo sobre o que depende de nós (hidratação, alimentação, boa disposição, etc)
Todos estes aspectos só são realmente relevantes se conseguirmos manter o foco no nosso objectivo de chegar.
O 2º salto mental salto que propus a mim mesmo foi - Conseguir manter o "cérebro" a pensar para bem do corpinho e não o contrário. Este aspecto representa outra alteração radical na forma de andar de bicicleta.
* As desantenções e o excesso de confiança são difíceis de compensar
* Mantive-me fiel ao plano que tínhamos feito evitando a tentação de "improvisar"
* Percebi que tudo o que não era pensado tende a correr mal
Portugal na Vertical... Acerca do corpo
Passados 4 dias sobre o PT na Vertical acho que já posso dizer umas coisas sobre "a viagem" entre Viana do Castelo e a Vila Sagres.
- Não se fazem tantos kms sem treinar distâncias intermédias - Acho que o acumular de 3oo e 400 km garantiu pequenas coisas que fazem toda a diferença:
- Sabia qual a cadência com a qual me sentia confortável e que me provocava menos danos musculares e articulares.
- Tinha noção da velocidade média que deveria trazer ao longo do trajecto.
- Tinha vindo a afinar os pontos de contacto da bicicleta (selim, guiador/aerobars e pedais), para evitar mazelas impeditivas de chegar a Sagres.
- Tinha experimentado tudo quanto era possível experimentar antes de efectuar o percurso... excepto a roupa, o que ainda assim correu bem.
- Conhecer bem as reacções do nosso corpo.
- Eu gosto de andar de bicicleta à tarde e à noite e detesto andar de manhã. Isto permitiu-me antever que um dos problemas que ia ter seria ao amanhecer na zona de Lx.
- Tenho tendência para esforçar a banda iliotibial. Se durante 12 ou 13 horas não me ressinto, sabia que neste trajecto podia ter problemas pelo que tive de manter o foco na tentativa de não a esforçar.
- O calor seria uma forte condicionante da 2ª parte do trajecto e sei que perco muita água pelo suor. Sabia que tinha de tentar beber pelo menos 1 Lt/hora e aproveitar a noite para chegar bem hidratado ao "dia".
- Tinha treinado o estômago a comer e a fazer digestões sempre complicadas quando pedalo com calor.
- Encontrei alternativas as barras energéticas, percebi que para mim estas apenas funcionam para saídas de +- 6 horas.
- Finalmente tinha conseguido encontrar variedade nas bebidas isotónicas que podia utilizar sem me causarem mau estar.
- Imponderáveis que não estavam no programa de festas:
- Nos últimos 70 kms tive algumas dores nos joelhos na zona da patela - Penso que por causa de ter o selim um pouco à frente com o objectivo de aumentar o ângulo do pescoço quando ando nos aerobars. Terei de rever esta afinação.
- Aos 500 kms de trajecto os meus sapatos XPTO estragaram o fecho - Fui obrigado a mudar de sapatos e não correu bem pois começaram a doer-me os pés. Já tinha percebido que o material hi-tech é bom para dar uns passeios mas não para estas coisas.
- Protector solar - É estranho como algo tão básico foi esquecido, não foi problemático para o percurso mas...
- ... Mesmo com o atentos cuidados do Rui, os meus trapézios ficaram bastante maçados.
Obrigado
Houve um conjunto de pessoas que nos ajudaram a chegar de Viana do Castelo a Sagres.
- A nossa "tripulação" que nos deu de comer, nos iluminou o caminho, e nos manteve a pedalar... também eles sem dormir. Sem eles tínhamos ficado por 1/2 PT na vertical. Um ajuda sem preço... A Filó, o Rui, a Paula, o Alves e a Cristina foram incansáveis.
- Outros moços que foram impecáveis connosco foram a KIA Motors Portugal, a Revista Performance, a GoldNutrition e o ApartHotel Don Tenório. No meio disto tudo não nos esquecemos que somos uns perfeitos amadores e que iniciativas como esta não representam uma mais valia comercial significativa para estas organizações. Ainda assim identificaram-se com a ideia e deram-nos o seu suporte.
- Os nossos amigos que nos foram "melgando" a cabeça durante os últimos meses fazendo perguntas difíceis e que nos últimos dias nos têm incentivado estrondosamente... Um grande bem haja para todos e um abraço especial ao António Bento que nos foi esperar a Sagres.
- Os companheiros do pedal com quem temos trocado experiências e conhecimento, fundamentais para este nosso desafio. Destes, o Carneiro e o arioplano tiveram um papel decisivo pois para além da "blogesfera", ontem acompanharam-nos durante uma parte periclitante do percurso. Foram valiosos, tendo o amigo Carneiro capturado o 1º momento fotográfico do Portugal na Vertical. O "espírito" do trajecto está na sua foto.
Surpresa.... na Lusa
Lisboa, 25 Jul (LUSA)
Dois ciclistas amadores da zona de Lisboa propõem-se atravessar Portugal "na vertical" em aproximadamente 24 horas, partindo de Viana de Castelo na tarde de sábado e chegando a Sagres um dia depois, num total de quase 700 quilómetros.
A pedalarem juntos há cerca de 17 anos, Albano Simões e Pedro Alves começaram a planear esta "travessia" inédita no dia 12 de Agosto do ano passado, depois da prova Lisboa-Serpa-Lisboa. "Por que é que não atravessam Portugal na vertical", propôs um amigo dos ciclistas, que de imediato aceitaram a sugestão e já fazem projectos além-fronteiras.
Para esta aventura, tiveram que "preparar o corpo e a mente", contou Albano à Lusa, enquanto Pedro sublinhou também o treino necessário para o estômago.
Durante as 24 a 26 horas que planeiam gastar no percurso, as "refeições" serão ingeridas em cima da bicicleta e terão por isso que se limitar a água e barras e bebidas energéticas.
Nas curtas paragens - entre 07 a 15 minutos - que vão fazer de hora a hora ou a cada duas horas ingerem desde massas a fruta e sumos, até porque é necessário evitar que o corpo crie aversão ao açúcar e deixe de fazer as digestões. “Não basta pedalar, é a comida que também nos leva até ao final. Igualmente importante é não deixar de pensar.
Mesmo quando estamos cansados temos de pensar em como controlar o esforço, em comer e beber”, explicou Pedro Alves.
A preparação iniciou-se em Outubro, mas mais intensamente desde Março, e incluiu percursos a rondar os 75 por cento da totalidade do percurso final, um método de treino semelhante aos maratonistas. Cada ciclista é acompanhado por uma carrinha de apoio, que além do abastecimento vai “proteger as costas” dos dois amigos, principalmente dos automóveis na Nacional 01 e no IP 02, assim como iluminar o caminho durante a noite. Sobre outras necessidades básicas e mais ou menos urgentes, Albano, entre risos, vai afirmando que a “casa-de-banho é universal e acontece quando o momento ditar porque o mal-estar afecta o rendimento”.
Pedro também garante que “se tiver de parar, pára”, mas que o esforço do organismo anula a produção de resíduos sólidos e a transpirção - cerca de um litro de suor por hora - também limita a urina.
A fim de evitar a desidratação, os ciclistas têm que consumir pelo menos um litro de água por hora.
Para 2011, a dupla admite fazer o percurso Paris-Brest-Paris e, ainda sem data definida, esperam chegar a um “outro patamar” e fazerem o “costa a costa” dos Estados Unidos, em nove dias, na denominada Race Cross América
Dois ciclistas amadores da zona de Lisboa propõem-se atravessar Portugal "na vertical" em aproximadamente 24 horas, partindo de Viana de Castelo na tarde de sábado e chegando a Sagres um dia depois, num total de quase 700 quilómetros.
A pedalarem juntos há cerca de 17 anos, Albano Simões e Pedro Alves começaram a planear esta "travessia" inédita no dia 12 de Agosto do ano passado, depois da prova Lisboa-Serpa-Lisboa. "Por que é que não atravessam Portugal na vertical", propôs um amigo dos ciclistas, que de imediato aceitaram a sugestão e já fazem projectos além-fronteiras.
Para esta aventura, tiveram que "preparar o corpo e a mente", contou Albano à Lusa, enquanto Pedro sublinhou também o treino necessário para o estômago.
Durante as 24 a 26 horas que planeiam gastar no percurso, as "refeições" serão ingeridas em cima da bicicleta e terão por isso que se limitar a água e barras e bebidas energéticas.
Nas curtas paragens - entre 07 a 15 minutos - que vão fazer de hora a hora ou a cada duas horas ingerem desde massas a fruta e sumos, até porque é necessário evitar que o corpo crie aversão ao açúcar e deixe de fazer as digestões. “Não basta pedalar, é a comida que também nos leva até ao final. Igualmente importante é não deixar de pensar.
Mesmo quando estamos cansados temos de pensar em como controlar o esforço, em comer e beber”, explicou Pedro Alves.
A preparação iniciou-se em Outubro, mas mais intensamente desde Março, e incluiu percursos a rondar os 75 por cento da totalidade do percurso final, um método de treino semelhante aos maratonistas. Cada ciclista é acompanhado por uma carrinha de apoio, que além do abastecimento vai “proteger as costas” dos dois amigos, principalmente dos automóveis na Nacional 01 e no IP 02, assim como iluminar o caminho durante a noite. Sobre outras necessidades básicas e mais ou menos urgentes, Albano, entre risos, vai afirmando que a “casa-de-banho é universal e acontece quando o momento ditar porque o mal-estar afecta o rendimento”.
Pedro também garante que “se tiver de parar, pára”, mas que o esforço do organismo anula a produção de resíduos sólidos e a transpirção - cerca de um litro de suor por hora - também limita a urina.
A fim de evitar a desidratação, os ciclistas têm que consumir pelo menos um litro de água por hora.
Para 2011, a dupla admite fazer o percurso Paris-Brest-Paris e, ainda sem data definida, esperam chegar a um “outro patamar” e fazerem o “costa a costa” dos Estados Unidos, em nove dias, na denominada Race Cross América
Portugal na Vertical na Revista Noticias do Pedal

Este Blog tem produzido algumas surpresas inesperadamente agradáveis....
A última foi da iniciativa do amigo José Morais da Revista Notícias do Pedal online. Esta revista que a 30 de Julho fará 9 anos de existência divulga iniciativas relacionadas com as bicicletas.
Seria excelente que a "divulgação", entre amigos e "bloggers", sirva o pequeno objectivo de em Portugal nascerem e crescerem percursos de ultra-distância em bicicleta.
O nosso agradecimento
200 x 2
Neste fim de semana, mais uma etapa na preparação do Portugal na Vertical.
Em paralelo foi a despedida da minha bela Trek 5500 nestas "lides". Uma bicicleta que me vai deixar saudades pelos muitos milhares de Kms que fiz sem nunca ficar empenado... talvez o "Made in USA" ainda quisesse dizer qualquer coisa... Adiante.
Juntamente com o Simões, companheiro de estrada de há muitos anos, fizemos o que nos tínhamos proposto há alguns meses fazer Lisboa - Odeceixe e regresso. Mais do que a distância percorrida, sensivelmente uns 400kms, queríamos procurar afinar:
Em paralelo foi a despedida da minha bela Trek 5500 nestas "lides". Uma bicicleta que me vai deixar saudades pelos muitos milhares de Kms que fiz sem nunca ficar empenado... talvez o "Made in USA" ainda quisesse dizer qualquer coisa... Adiante.
Juntamente com o Simões, companheiro de estrada de há muitos anos, fizemos o que nos tínhamos proposto há alguns meses fazer Lisboa - Odeceixe e regresso. Mais do que a distância percorrida, sensivelmente uns 400kms, queríamos procurar afinar:
- A questão da alimentação, percebendo em detalhe qual a relação velocidade/FC, por forma a fazer uma reposição alimentar da ordem das 600/700 Kcal/h;
- Tentar perceber qual a melhor forma de gerir pequenas paragens.
- Globalmente foi um treino interessante. O regresso com vento NW forte dificultou-nos a vida. Em paralelo os 26/27 graus deram uma aproximação do calor de Julho, daqui decorreu que provavelmente o plano inicial de sair de Viana ao fim da tarde... não se manterá.
- O facto de não ter perdido peso neste "passeio" indica que a base da lógica alimentar está no bom caminho, fundamental para que se conseguir afinar outras coisas...
O que é isto do PT na vertical
Esta ideia parva surgiu algures em Agosto 2007 depois de Lisboa-Serpa-Lisboa...
Passados uns dias o meu grande amigo Rui Gouveia disse-me: Então e agora... vamos ao Portugal na diagonal? Ná, na diagonal não, tem muita serras e muitas "ladeiras" estás louco !!!
Fiquei-me pelo Portugal na Vertical...
A ideia é simples - Pedalar de Viana do Castelo -> Sagres non stop...
Passados uns dias o meu grande amigo Rui Gouveia disse-me: Então e agora... vamos ao Portugal na diagonal? Ná, na diagonal não, tem muita serras e muitas "ladeiras" estás louco !!!
Fiquei-me pelo Portugal na Vertical...
A ideia é simples - Pedalar de Viana do Castelo -> Sagres non stop...
terça-feira, 8 de julho de 2008
25º... rumo a 27 de Julho

Num trajecto bem mais complicado que o da semana anterior tentei imprimir um ritmo um pouco mais rápido que me coloca-se na fasquia dos 27,5. Acabei por fazer 28,3 o que acabou por ser motivador. A FC subiu para os 155 mas esteve sempre sobre controlo, obriguei-me a comer e beber o que acabou por resultar pois cheguei a casa muito bem.
24º... rumo a 27 de Julho

Foi uma saida importante pois senti-me bem e sabia que viriam mais umas quantas desta quilometragem. FC cardiaca manteve-se nos 144 e consegui experimentar algumas "comidas" e bebidas" alternativas. Algum cansaço muscular e um tendão do joelho ligeiramente "tocado".
23º... rumo a 27 de Julho

Treino de intensidade de 150 km, procurando integrar os treinos de força sem no entanto esforçar muito musculos e tendões com cadências demasiado baixas. Acabei por andar a 32 km/h de média o que foi bom para uma Fc de 155. Ainda assim quando começo a tentar andar com cadência abaixo dos 85 noto alguma fadiga.
22º... rumo a 27 de Julho
21º... rumo a 27 de Julho
sábado, 17 de maio de 2008
20º... rumo a 27 de Julho
20º... rumo a 27 de Julho

Continuo a exagerar um pouco da força agora que troquei definitivamente os 39 pelos 53. O facto de não gostar de pedalar em força deve estar a contribuir para este exagero.
19º... rumo a 27 de Julho

Basicamente fiz intervalos de "one legded drills"... com o objectivo de melhorar a técnica de pedalar e fazer trabalho de força....dai os intervalos serem um pouco irregulares. Tenho de melhorar este aspecto mas as recuperações são mais difíceis.
18º... rumo a 27 de Julho

Carnide Cascais e regresso. Mais um treino em intensidade embora o transito de final de dia tenha dificultado.
Continuo a adaptação à pedaleira 53. Embora seja simpático ver as médias a aumentar o meu foco é perceber se o treino de força que fiz tem dado resultado.
O facto da cadencia média estar nas 75 neste tipo de treino indica-me que tenho que tenho de optar por cadencias um pouco mais rápidas pois não quero a 2 meses e 2 semanas começar a diminuir as minhas cadências "normais"(+- 95) perdendo alguma flexibilidade.
17º... rumo a 27 de Julho

Importante é ter noção do dispêndio importante de energia destes tipos de esforços -+ 1200 kcal... pelo que há que repor.
Continuo a tentar aumentar a intensidade dos meus treinos quer na bicicleta quer indoor.
16º... rumo a 27 de Julho

Os objectivos eram os mesmos do dia anterior.
Este treino foi bastante desmotivador pois saímos com muito vento de NW. Durante os primeiros 50 km vim com o Simões mas acabámos por nos separar, vínhamos com pouca paciência e claramente somos moços do andar sozinhos pelo que resolvemos encontrarmos-nos em Setúbal.
Foi um treino muito pouco interessante com uma FCM de 132 e uma Vel média de 26,3, o que me deixou bastante apreensivo e sem perceber muito bem a razão de tão fraca prestação, pois estava sem grande cansaço aparente.
É verdade que o vento contra tornava quase inviável rodar a mais de 29/30 km sem que a FC subisse para os 160... mas...
O aspecto mais positivo foram as 8 horas de aerobars em que pude perceber que a adaptação está boa nestes percursos planos.
15º... rumo a 27 de Julho

- O 1º objectivo era acumular kms a uma intensidade semelhante à que pretendo fazer no PT na vertical.
- O 2º objectivo era fazer os 190 km a uma FC entre 140 e 145 mantendo uma média próxima dos 28 km/h e assim foi.
- O 3º objectivo era alimentar-me o melhor possível, de alguma forma simulando o que pretendo depois fazer...Senti algum enfartamento pois não estou habituado a comer tanto em cima da bicicleta.
- A FCR após 6:40 foi boa situou-se nos 21 BPM.
- Outro aspecto que me tem chamado à atenção é a cadência, não vou inventar a roda e vou seguir as cadências médias de quem pedala ultradistâncias 75/80. Nesta saida foi 75.
- A tecnologia também ajuda e percebi que pedalei cerca de 13%(24 km) em roda livre, o que é bom, pois fiz um esforço de poupança e economia
quinta-feira, 8 de maio de 2008
14º... rumo a 27 de Julho
13º... rumo a 27 de Julho
12º... rumo a 27 de Julho

Foi um treino intervalado de força e velocidade.. mais força.
Tenho-me vindo a aperceber que embora este trajecto tenha uma ortografia propicia Ao fim de 3 horas registo algum desgaste muscular, pelo que provavelmente tenho nesta fase que passar o IT para sessões de +- 2 horas, para evitar acumular fadiga que me impede de treinar intensidade convenientemente.
domingo, 27 de abril de 2008
11º... rumo a 27 de Julho

Treino intervalado de PMA conforme plano e de acordo com a minha sensação de que precisava de aumentar a intensidade para equilibrar o endurance baixo das saidas de média distância.
Desta vez aproveitei o terreno acidentado do parque do Monsanto para fazer este treino de intensidade. O facto de fazer sempre este tipo de treino indoor levou-me a fadiga maior da que esperava, em todo o caso o facto de se conseguir combinar treino intervalado com fartlek aumenta os benefício deste tipo de saida.
terça-feira, 22 de abril de 2008
9º e 10º.... rumo a 27 de Julho
Esta semana foi um desastre, não consegui treinar o que tinha planeado, o diluvio que se viveu não ajudou... melhores dias virão.
Sexta feira aproveitei para fazer um treino indoor à hora de almoço. O objectivo era fazer alguma readaptação aos aerobars bem como fazer alguma hipervelocidade intercalada com one leged drills, oscilando a FC entre os 80 e os 90% da PMA.
Ao fim da tarde aproveitei para fazer uma saida na estrada rumo a Sintra e Guincho. 3 horas de treino em me senti muito bem e depois muito mal. Esta saida dividiu-se em 2 momentos. As 1as 2 horas em que consegui fazer ITde força e velocidade com alguns sprints pelo meio... e a 3 hora em que "arrastei" para casa em hipoglicémia.
Optimismos de quem momentaneamente se esqueceu que uma semana quase parado são 2 para traz!
Sexta feira aproveitei para fazer um treino indoor à hora de almoço. O objectivo era fazer alguma readaptação aos aerobars bem como fazer alguma hipervelocidade intercalada com one leged drills, oscilando a FC entre os 80 e os 90% da PMA.
Ao fim da tarde aproveitei para fazer uma saida na estrada rumo a Sintra e Guincho. 3 horas de treino em me senti muito bem e depois muito mal. Esta saida dividiu-se em 2 momentos. As 1as 2 horas em que consegui fazer ITde força e velocidade com alguns sprints pelo meio... e a 3 hora em que "arrastei" para casa em hipoglicémia.
Optimismos de quem momentaneamente se esqueceu que uma semana quase parado são 2 para traz!
8º .... rumo a 27 de Julho

Um treino fácil ainda em período de recuperação em que senti algum cansaço muscular.
Dei especial atenção a uma sessão extra longa de alongamento no fim do treino.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
7º .... rumo a 27 de Julho,

Este sábado foi dia de fazer um saida longa, já a pensar na adaptação a distâncias mais longas . Foram cerca de 12 horas nas quais percorri 300 km, a uma FCM de 123, num trajecto que me levou de Lx->Fátima-> Batalha-> Lx
Tinha 2 objectivos
Em 12 horas nem sempre é fácil tirar conclusões pois temos muitos estados de espírito e diferentes sensações. Em todo o caso registo algumas:
Tinha 2 objectivos
- Fazer um treino em endurance baixo que me permitisse fazer 300 km com o mínimo de desgaste possível
- Reconhecer o trajecto Batalha-> Lisboa
Em 12 horas nem sempre é fácil tirar conclusões pois temos muitos estados de espírito e diferentes sensações. Em todo o caso registo algumas:
- 1ª vez que andei de aerobars este ano, tive oportunidade de fazer pequenos ajustes.
- Experimentei uns sapatos novos, embora muitos mais rígidos que os habituais deixaram uma boa sensação... um assunto a seguir.
- A esta FCM pude alimentar-me convenientemente, perdi apenas 100 gramas, o que foi excelente.
- A FCM embora tenha sido bastante baixa o facto de ter feito a distância com alguma facilidade deu-me confiança para me ir aproximando lentamente da velocidade média que procuro.
- Tenho que ter muito cuidado com as estradas empedradas pois provocam um desgaste brutal depois de muitos kms... arranjar alternativa ao belo empedrado de VFX.
- Não ter ilusões. Após uma saida destas tenho que consagrar 3/4 dias a descansar pois os músculos ficam bastantes desgastados.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
6º .... rumo a 27 de Julho,
5º .... rumo a 27 de Julho

Uma semana a chover, aproveitei para fazer mais treino indoor. O objectivo era fazer um treino fraccionado perto do limiar anaeróbio, preveligiando a força. Sendo 4ª ainda senti algum cansaço muscular da saida de Domingo embora do ponto de vista cardio-vascular me sentisse muito bem.
A acreditar na previsão meteorologica esta será semana indoor com uma saida grande no fim de semana.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
4º .... rumo a 27 de Julho,

No Domingo acabei por antecipar um treino que queria fazer - percorrer parte do trajecto que penso vir a fazer entre o Porto e Lisbooa.
Esta saída tinha 3 objectivos; fazer horas em endurance baixo; realizar uma média entre 27,2, e 27,5 km/h; Reconhecer o trajecto.
O objectivo do endurance baixo, 7:30, foi alcançado ainda assim a minha FC de 150 não me agradou totalmente pois nesta FC gasto +- 950 kcal/h o que ainda é muito e coloca problemas na reposição... tenho que tentar conseguir aproximar este valor das 900 kcal/h tentando descer a FC 5/6 BC.
O objectivo da média foi milimetricamente conseguido, foi excelente. Durante todo o trajecto nunca olhei para o valor da média e fiquei espantado pela exactidão. Ainda assim as condições do dia não ajudaram muito pois tive sempre vento contra desde o Porto piorando à medida que me aproximei de LX. Ainda cheguei a pensar vir até Lx mas o vento estava a piorar e decidi manter o plano... Antevendo o dia de hoje que está um temporal de vento e chuva.
O objectivo de reconhecimento do trajecto relevou-se uma surpresa. Já sabia que em autonomia mais do que os Kms, o tempo passado na bicicleta deixa as suas marcas especialmente nos aspectos alimentares. O perfil deste troço pareceu-me mais acidentado do que estava à espera, especialmente de Coimbra para baixo. Esta foi a maior surpresa pois estou mais habituado às estradas do sul, claramente mais rolantes, ainda assim o que mais me preocupa é o mau estado da estrada e a quantidade de "malucos" em excesso de velocidade....
Hoje e amanhã há que descansar
Esta saída tinha 3 objectivos; fazer horas em endurance baixo; realizar uma média entre 27,2, e 27,5 km/h; Reconhecer o trajecto.
O objectivo do endurance baixo, 7:30, foi alcançado ainda assim a minha FC de 150 não me agradou totalmente pois nesta FC gasto +- 950 kcal/h o que ainda é muito e coloca problemas na reposição... tenho que tentar conseguir aproximar este valor das 900 kcal/h tentando descer a FC 5/6 BC.
O objectivo da média foi milimetricamente conseguido, foi excelente. Durante todo o trajecto nunca olhei para o valor da média e fiquei espantado pela exactidão. Ainda assim as condições do dia não ajudaram muito pois tive sempre vento contra desde o Porto piorando à medida que me aproximei de LX. Ainda cheguei a pensar vir até Lx mas o vento estava a piorar e decidi manter o plano... Antevendo o dia de hoje que está um temporal de vento e chuva.
O objectivo de reconhecimento do trajecto relevou-se uma surpresa. Já sabia que em autonomia mais do que os Kms, o tempo passado na bicicleta deixa as suas marcas especialmente nos aspectos alimentares. O perfil deste troço pareceu-me mais acidentado do que estava à espera, especialmente de Coimbra para baixo. Esta foi a maior surpresa pois estou mais habituado às estradas do sul, claramente mais rolantes, ainda assim o que mais me preocupa é o mau estado da estrada e a quantidade de "malucos" em excesso de velocidade....
Hoje e amanhã há que descansar
3º .... rumo a 27 de Julho,

Este treino indoor tinha como objectivo fazer recuperação activa na sequência do treino difícil da sessão anterior, sem grandes preocupações, excepto a de manter a FC na zona de endurance baixo procurando manter uma cadência relativamente alta por forma a descomprimir um pouco.
Ainda assim ainda tive uns momentos de entusiasmo, pouco inteligentes, que levaram a minha FC a níveis pouco interessantes, talvez por isso não tenha resultado tão bem como esperado
Ainda assim ainda tive uns momentos de entusiasmo, pouco inteligentes, que levaram a minha FC a níveis pouco interessantes, talvez por isso não tenha resultado tão bem como esperado
quinta-feira, 3 de abril de 2008
2º .... rumo a 27 de Julho,

Hoje tinha programado um treino na sequência do anterior, desta vez na estrada.
O objectivo seria fazer sensivelmente 1:45min (60 kms) (Benfica-Cascais-Benfica) no limiar anaeróbico (173-176 BPM)
Para efectuar este tipo esforço preciso sempre de alguma preparação mental e obviamente de estar estar um bocadinho em sobrecompensação.
Se bem que este tipo de treino se afaste um pouco do treino em endurance baixo que será a maior competente dos próximos 4 meses, permite assegurar uma tolerância ao acido láctico e tentar aumentar a capacidade de consumo de oxigénio durante o exercício.
Foi um treino difícil, muito trânsito na marginal, algum vento lateral, um furo, mas globalmente foi bom. Foi a 1ª vez este ano que na estrada andei consistentemente a durante tanto tempo em FC tão elevadas. Eu que gosto pouco de cadências baixas este tipo de saida obriga-me a trabalhar um pouco em força, para não disparar a FC. A força claramente é algo a continuar a trabalhar no indoor nos próximos tempos.
Agora segue-se um indoor amanhã de recuperação activa... para ver se domingo há condições para mais um treino.
O objectivo seria fazer sensivelmente 1:45min (60 kms) (Benfica-Cascais-Benfica) no limiar anaeróbico (173-176 BPM)
Para efectuar este tipo esforço preciso sempre de alguma preparação mental e obviamente de estar estar um bocadinho em sobrecompensação.
Se bem que este tipo de treino se afaste um pouco do treino em endurance baixo que será a maior competente dos próximos 4 meses, permite assegurar uma tolerância ao acido láctico e tentar aumentar a capacidade de consumo de oxigénio durante o exercício.
Foi um treino difícil, muito trânsito na marginal, algum vento lateral, um furo, mas globalmente foi bom. Foi a 1ª vez este ano que na estrada andei consistentemente a durante tanto tempo em FC tão elevadas. Eu que gosto pouco de cadências baixas este tipo de saida obriga-me a trabalhar um pouco em força, para não disparar a FC. A força claramente é algo a continuar a trabalhar no indoor nos próximos tempos.
Agora segue-se um indoor amanhã de recuperação activa... para ver se domingo há condições para mais um treino.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
1º .... até dia 27 de Julho,

De hoje em diante espero ter... disponibilidade... para aqui colocar os treinos dos 4 meses que antecedem o meu Portugal na Vertical.
Hoje fiz uma sessão de bicicleta estática. (+-45min) O objectivo era fazer uma sessão de treino intervalado acima do limiar anaeróbio, pois tenho andado maioritariamente em modo endurance e sentia que já fazia falta alguma intensidade cardiovascular. Acho que foi um bom treino para sair do modo "diesel" das saidas de 3 horas que tenho vindo a fazer com frequência.
Optei por fazer "one legded drills" seguido de sprint de 25/30'' em hiper-rotação. Consegui fazer uma sessão técnica visando a melhoria do movimento e simultaneamente um trabalho cardiovascular de intensidade alta. Engraçado ver como a recuperação se vai deteriorando à medida que o Nº de repetições aumenta.
Hoje fiz uma sessão de bicicleta estática. (+-45min) O objectivo era fazer uma sessão de treino intervalado acima do limiar anaeróbio, pois tenho andado maioritariamente em modo endurance e sentia que já fazia falta alguma intensidade cardiovascular. Acho que foi um bom treino para sair do modo "diesel" das saidas de 3 horas que tenho vindo a fazer com frequência.
Optei por fazer "one legded drills" seguido de sprint de 25/30'' em hiper-rotação. Consegui fazer uma sessão técnica visando a melhoria do movimento e simultaneamente um trabalho cardiovascular de intensidade alta. Engraçado ver como a recuperação se vai deteriorando à medida que o Nº de repetições aumenta.
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Acerca de mim
- Pedro Alves
- Pedalando por aí... de preferência em estradas sem buracos... de preferência... sozinho... ou bem acompanhado. 2008 = Portugal na Vertical - Viana do Castelo Sagres Non Stop foi a 27 de Julho. Em 2009 lá fui eu outra vez... Portugal na Vertical 2ª edição. Em 2010 não há 2 sem 3 lá se fez o Portugal na Vertical + os Brevets do ACP rumo ao PBP 2011 Em 2011 = Randonneurs Portugal e o PBP 2011 em Agosto. 2012- We will see...